12/02/2018 08h10 - Atualizado em 12/02/2018 08h10

Blaydes explica vitória sobre Hunt: "Em pé, ele é um leão. No chão, sou um tubarão"

Por: combate
 

Curtis Blaydes precisou superar a conhecida potência nas mãos que Mark Hunt carrega e passou no teste com inteligência, neste sábado, no co-evento principal do UFC 221. Depois de chegar perto de ser nocauteado, o americano, atual nono colocado do ranking dos pesos-pesados (até 120kg), usou o seu wrestling para neutralizar o rival e vencer por decisão unânime.

  • Em pé, ele é um leão. No chão, eu sou um tubarão. Queria levá-lo para águas profundas e foi o que eu fiz. Ele definitivamente me balançou. Minha vista ficou preta por dois segundos - admitiu.

Apesar de apontar Fabricio Werdum, Derrick Lewis ou Alistair Overeem como adversários que gostaria de ter em seu próximo compromisso, é Francis Ngannou quem parece tirar seu sono. O camaronês impôs a Blaydes seu único revés na carreira, quando o americano estreava no UFC, e ele considera a revanche iminente.

  • Ngannou bate mais duro que Mark Hunt. Sem desrespeitar Mark Hunt, os dois batem duro, mas Ngannou bate mais, então eu sabia que tinha queixo. A revanche com Ngannou vai acontecer. Não tenho que forçar isso. Sei que o UFC procura lutas empolgantes. Vai acontecer - garantiu Blaydes, que foi nocauteado por Ngannou em 2016.

Curtis Blaydes também aproveitou a coletiva de imprensa para reclamar por não fazer parte do elenco de lutadores presentes no jogo de vídeo game do UFC.

  • Espero ter conseguido o respeito que eu mereço e que o UFC me coloque no jogo de vídeo game. Dois caras que bati estão lá e eu não. Acho um pouco desrespeitoso - finalizou.